04 Out 18

DistribuiçãoHoje “O dilema das marcas na era dos influenciadores digitais”

DistribuiçãoHoje “O dilema das marcas na era dos influenciadores digitais”

O Marketing de Influência, trabalhado na Brandtellers Studio, foi tema de reportagem na publicação DistribuiçãoHoje. As questões que se colocam nos dias de hoje, como os falsos seguidores, a genuinidade dos conteúdos ou o valor que os influenciadores acrescentam às marcas foram abordadas, numa perspetiva de agência, pelo CEO da Brandtellers Studio, Hugo Silva.

Cabe às marcas diversificarem as suas escolhas e fazerem-no de forma inteligente, o que nem sempre acontece. Hugo Ferreira da Silva, CEO da agência digital Brandtellers Studio, aponta alguns equívocos. “O mercado português já tem diversos influenciadores reconhecidos inclusive fora do mercado digital. No entanto o ‘salto’ dado de alguns influenciadores está a tornar o mercado especulativo e algumas marcas tendem a selecionar os mais badalados no offline esquecendo-se muitas vezes do novo consumidor digital.” Isto significa um certo alheamento face ao consumidor que não vê televisão nem lê jornais. “O trabalho de uma agência digital passa também por ajudar e informar as realidades de um mercado em constante mudança.”

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As boas práticas, segundo os especialistas

Se o investimento em influenciadores não produzir os resultados esperados, isso é mau para o mercado como um todo – as marcas desperdiçaram dinheiro, as agências perderam o cliente e os influenciadores não conseguiram demonstrar influência. “O trabalho de identificação dos influenciadores para as marcas é mais importante que um influenciador com muitos seguidores”, resume Hugo Ferreira da Silva. As questões a fazer são estas, diz: “Qual o público-alvo, o que se pretende comunicar e qual o tom da marca?”.

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É importante, por isso, definir os objetivos da campanha desde o início, para que as expectativas não sejam defraudadas. Hugo Ferreira da Silva refere que “o retorno de investimento consegue ser medido mais eficazmente do que os meios tradicionais”, dada a quantidade de dados em tempo real que são extraídos das publicações. As marcas, sublinha, procuram mais que notoriedade. Querem resultados quantificáveis e muitas vezes imediatos, medidos em visualizações, cliques, visitas ao site, compras, subscrições e outras ações concretas. Quando os objetivos são mais tradicionais, então as métricas aproximam-se das que são usadas nos outros tipos de campanhas publicitárias.

Reportagem completa aqui.

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